USB Wireless; Nova tecnologia
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Posted by Unknown
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Tecnologia
USB sem fios compartilha arquivos por proximidade
Toque e transfira
Esqueça os pendrives e não se preocupe em conectar seu tablet, celular ou notebook à rede.
Agora já é possível trocar dados entre esses equipamentos usando um aparelho que é tão pequeno que pode ser fixado sobre a unha do dedo.
Segundo os pesquisadores do Centro de Pesquisas Técnicas VTT, na Finlândia, o equipamento funciona como uma interface que permite a troca de arquivos de um aparelho para outro com apenas um toque - nos aparelhos que possuem tela sensível ao toque.
Batizado do InTouch, o dispositivo pode ser fixado na unha, em um anel ou pulseira, o que é necessário porque ele é acionado por proximidade com o aparelho de destino.
A seguir, é só tocar no ícone referente ao programa de controle do dispositivo para que seja possível a recepção, transmissão e compartilhamento de fotos, vídeos ou qualquer ou outro arquivo.
Comunicação de campo próximo
Segundo o instituto, as áreas de aplicação do InTouch vão muito além do mercado de consumo e entretenimento, podendo incluir aplicações em automóveis, na indústria, logística e saúde.
"Do ponto de vista do usuário final, a transferência de dados entre dispositivos hoje é feita com cartões de memória, conexões ponto-a-ponto de curto alcance (por exemplo, Bluetooth) ou pela nuvem (compartilhamento de serviços). Fundamentalmente, todos estes métodos são dependentes de dispositivos tradicionais e métodos de uso normalizados, por exemplo hierarquias de menus," diz a nota do instituto.
Já com o InTouch, a interface de usuário funciona por meio de telas sensíveis ao toque obedecendo ao padrão NFC (Near Field Communication), um protocolo criado originalmente para smartphones, que estabelecem uma comunicação via rádio pela mera aproximação de dois aparelhos.
Os pesquisadores comparam a tecnologia com um "USB sem fios".
No caso do novo dispositivo, basta aproximá-lo do smartphone, tablet ou computador que dê suporte ao padrão NFC e a conexão é feita automaticamente quando se toca no ícone de seu aplicativo.
Na água, cargas iguais também se atraem
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Posted by Unknown
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Tecnologia
Na água, cargas iguais também se atraem
Em algum momento na escola foi-lhe dito que cargas opostas se atraem e cargas iguais se repelem.
Isto é ensinado como sendo uma verdade científica universal.
Mas talvez ela não seja assim tão universal quanto se acreditava.
Orion Shih, químico dos Laboratórios Berkeley, nos Estados Unidos, demonstrou experimentalmente que, quando hidratados em água, íons carregados positivamente, também conhecidos como cátions, podem não apenas se atrair, mas efetivamente ligarem-se uns aos outros.
"Usando uma combinação de espectroscopia de raios X, microjatos líquidos e primeiros princípios teóricos, nós observamos e caracterizamos o contato entre cátions de guanidínio em solução aquosa," resume o professor Richard Saykally, que orientou o trabalho.
"Se cátions de guanidínio podem se emparelhar desta forma, então outros sistemas de cátions semelhantes provavelmente também podem," prevê ele.
Guanidínio
Guanidínio é um composto iônico de hidrogênio, nitrogênio e carbono, cujo sal - o cloreto de guanidina - é amplamente utilizado para desnaturar proteínas. Cátions como o guanidínio podem se emparelhar com ânions (íons carregados negativamente) em proteínas, fazendo com que elas se precipitem.
O chamado efeito Hofmeister - em homenagem ao cientista checo Franz Hofmeister, que o descobriu - classifica os íons por sua capacidade de "dessalinizar" proteínas.
Em 2006, Kim Collins, da Universidade de Maryland, propôs uma "Lei de Correspondência de Afinidades da Água" para ajudar a explicar o efeito de Hofmeister.
Shih queria ver a coisa na prática.
Cargas iguais se atraem
Usando uma tecnologia de microjatos líquidos, a equipe fez uma amostra fluir rapidamente através de microcanais escavados em sílica, até atingir um bocal com apenas alguns micrômetros de diâmetro.
O feixe de líquido resultante percorre alguns centímetros em uma câmara de vácuo cruzando um feixe de raios X, até se condensar e ser recolhido.
Ao analisar os dados, os químicos concluíram que o inesperado "contato por emparelhamento" cátion-cátion observado é gerado pela energia de ligação da água, como previsto pela teoria.
"Nós descobrimos que os íons guanidínio formam fortes ligações doadoras de hidrogênio no plano da molécula, mas ligações receptoras de hidrogênio fracas com os elétrons pi ortogonais ao plano.
"Quando flutuações colocam os íons solvatados próximos uns dos outros, a atração de van der Waals entre as nuvens de elétrons pi espremem as moléculas de água fracamente ligadas, que se movem pela solução e formam ligações de hidrogênio muito mais fortes com outras moléculas de água. Esta liberação das moléculas de água fracamente interativas resulta no contato entre os cátions guanidínio.
"Acreditamos que nossas observações podem estabelecer um precedente geral pelo qual a atração de cargas iguais se torne um novo paradigma para as soluções aquosas," concluiu Shih.
Coisas que você deve saber antes de voltar ao vinil
Objetivamente falando, o vinil não oferece o melhor som. Porém, carrega várias outras qualidades, peculiaridades estéticas e significativas que fazem dele muito mais do que uma plataforma de registro e reprodução musical.
O vinil suscita vários aspectos emotivos, táteis, físicos e psicológicos a respeito da música e do fetichismo que é possuir um objeto tão icônico quanto as canções que vêm em seus sulcos.
Ele possui um ritual, é necessário evocar sua atenção completamente e o ato de trocar os lados é um lembrete que não deixa você se distrair por muito tempo. Você vai ter de se voltar a ele, colocar suas mãos na bolacha, posicionar a agulha e aumentar o volume novamente, se quiser dar continuidade ao álbum.
Pra mim, a maior parte da diversão está em cair de cabeça na pira de colecionador e na paranoia da perfeição, na engenharia, nas minúcias do que é preciso se preocupar para chegar “lá”, naquele lugar sonoro embolorado, quentinho e nostálgico.
Aqui vai um guia com algumas coisas para se levar em consideração, antes de começar a comprar vinis de novo.
O que, afinal, é diferente?
O Eduardo Pinheiro já explicou isso no texto Som: entre a fidelidade e a nostalgia. Copio aqui algumas das partes mais relevantes pra nós.
Por exemplo, as pessoas que preferem o vinil louvam suas qualidades orgânicas e, em particular, como os graves são envolventes. Isto é totalmente verdade. No entanto, o som digital, como ele é registrado num CD, por exemplo, é efetivamente mais fiel (isso pode ser fisicamente medido).Os graves envolventes do vinil são resultado de distorções eletromecânicas: e aí que está, o tal grave envolvente é um “artefato” introduzido pelo modo de reprodução, ele não é fiel a música que é produzida normalmente (a não ser que ela seja produzida de forma a exatamente imitar esse artefato). Porém, o que ocorre é que os artefatos digitais existem e, embora sejam mais sutis, nós, ao longo do tempo (e também pela questão de hoje ser mais incomum) criamos uma relação emocional com os artefatos do vinil.Então o vinil tem um som diferente, menos fiel, com mais artefatos (além da distorção nos graves, os estalidos, e muitos outros tipos), mas que pode nos soar melhor por uma série de razões. E, de fato, podemos argumentar que certas músicas, particularmente as antigas, foram pensadas para serem ouvidas nesse meio – e que, portanto, existe uma “fidelidade” no sentido de ouvirmos como era ouvido no passado.
Qual toca-discos comprar?
Essa é uma questão que vai depender da relação entre investimento e qualidade.
Se você se preocupa apenas com a questão estética e quer convidar os amigos para tomar uma cerveja enquanto ouve um álbum do Led Zeppelin na mídia em que foi concebido, talvez não seja preciso gastar tanto.
Mas se você quer tornar evidentes as verdadeiras qualidades da plataforma, com os detalhes do espaço sonoro analógico, pode ser então que um investimento maior seja necessário. Mas, creio eu, esse segundo caso deve ser raríssimo e desnecessário na maioria das vezes.
A maior parte dos toca-discos de hoje são muito melhores que a média dos que circulavam no mercado na época. Tendo isso em vista, a dica que fica é: evite os aparelhos antigos. O principal ponto contra eles, na prática, é a alta fragilidade e dificílima manutenção, o que os torna caros.
Mas, claro, se você quer entrar de cabeça na pira de colecionador, vá fundo.
Outro ponto a favor de toca-discos mais recentes é que a maioria deles já vem com o item mais obscuro e difícil de compreender quando o assunto são sistemas de som: os pre-amps.
Inversor DC para AC com com o IC555
Este
circuito é mais um inversor DC para AC, ele usa um ic 555 como um oscilador de
baixa freqüência, ajustável, o ajuste pode ser feito pelo potenciômetro R4 e a
frequência deve estar entre 50 a 60 Hertz. Os pulsos do IC 555 vão para Q1 e Q2
que são amplificados e enviados ao transformador T1, que tem seu enrolamento
invertido. O capacitor C4 e a bobina L1 são filtros da entrada para T1, isso
assegura que efetivamente uma onda senoidal seja formada.
lista de
componentes
R1 = 10K
R2 = 100K
R3 = 100 ohms
R4 = 50K potmeter
C1, C2 = 0.1μF
C3 = 0.01μF
C4 = 2700μF
Q1 = TIP41A, NTE196, ECG196
Q2 = TIP42A, NTE197, ECG197
L1 = 1μH
T1 = Transformador
R2 = 100K
R3 = 100 ohms
R4 = 50K potmeter
C1, C2 = 0.1μF
C3 = 0.01μF
C4 = 2700μF
Q1 = TIP41A, NTE196, ECG196
Q2 = TIP42A, NTE197, ECG197
L1 = 1μH
T1 = Transformador

