Divirta-se com efeitos incríveis em um cubo de leds de pequena estrutura e pouco gasto. Podendo ser feito até com peças de sucata, com um funcionamento satisfatório. Tente fazê-lo e boa sorteFco Mendes 02/02/15
Circuito de
Cubo de LED
Muita
gente tem me pedido um cubo de Led fácil de fazer, que não precise
microcontrolador ou Arduino, A
questão é bem mais complicada, um microcontrolador pode dar
efeitos luminosos complexos e até pode ser de construção mais simples
que o próprio cubo de Leds usando circuitos integradosCMOS ou TTL
O cubo
de LED é muito famoso por causa de sua beleza, o ser humano tem um grande fascínio
pela luz e os
efeitos luminosos são praticamente hipinóticospara
nós. Podemos construir uma infinidades de tipos de cubos de led como por
exemplo 3x3x3, 4x4x4, 5x5x5, etc. Não existe um limite para cubos de Leds,
abaixo um vídeo de um cubo de leds 8x8x8 usando leds RGB.
Leve em
conta que quanto maior o numero de Leds, maior vai ser a gama de efeitos e se
você usar leds RGB ou bicolores os efeitos vão ser ainda mais
impressionantes. No caso do cubo de leds de 8x8x8 abaixo são 512 leds
RGB.
Cubo de Leds
Resolvi
então mostrar as duas formas, primeiro um cubo de leds usando circuitos
integrados comuns e depois um cubo de leds usando o Arduino. Vocês
vão tirar suas próprias conclusões, e vão ver que o nome microcontrolador acaba
por causar medo nos iniciantes, mas é bem mais simples e eficiente para
maioria dos projetos.
Vamos
mostrar projetos de cubos de leds bem simples, do tipo 3x3x3 de apenas uma cor.
A partir destes projetos simples o usuário pode avançar e criar cubos de led
mais poderosos como os RGB e de 4x4x4 e acima.
Cubo de
LED usando circuitos integrados
Esse
projeto é simples e utiliza apenas dois circuitos integrados, seu circuito
eletrônico é de um cubo de LED 3x3x3, que utilizam 27 LEDs
brancos ou da cor que o usuário preferir. O circuito integrado
principal é um 4020 é um CMOS contador binário de 14
estágios, mas somente 9 saídas são usadas já que controlaremos os
leds na base 3×9=27. Então, cada saída controla 3 LEDs em série, não
é preciso usar um resistor limitador de corrente, já que o 4020 apenas
deixa uma corrente máxima de 15 mA passar para os Leds.
Amplificador de Áudio 50 Watts
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Posted by Unknown
Tag :
Amplificadores
Amplificador de Áudio 50 Watts Usando 2n3055
De Fco Mendes 23/04/2014
abaixo é um amplificador de áudio com uma potência de 50 Watts que usa dois transistores 2n3055 em sua saída. Se você estava procurando por um amplificador com uma boa qualidade de som, potente, durável e fácil de fazer, aqui está uma solução bem bacana. Esse amplificador na linguagem dos fanáticos por áudio é chamado amplificador OTL, sigla de Output Transformer-Less, é um termo utilizado para descrever, em particular amplificadores valvulados, que não têm um transformador de saída. A principal função do transformador de saída é mudar ou transformar a impedância, a alta tensão, o baixo sinal e alta corrente da válvula para baixa impedância, aumentar o sinal, baixar a voltagem e fornecer a corrente necessária para os auto falantes.
Além do 2n3055, esse amplificador usa outros transistores, como o 2N3569, MPS6533 e 2N4355. Sua fonte deve ser de 30 Volts com uma corrente de no minimo 2 Amperes
Placa de Circuito Impresso
Circuito Testador de Tiristor SCR Triac
O circuito acima é uma ferramenta muito útil para uma
rápida verificação de todos os tipos de tiristores como os SCR, triac, etc. No
caso de um triac, todos os quatro quadrantes são testados, o que é feito com
S3, enquanto no caso de um tiristor padrão, uma fonte de alimentação positiva e
gatilho é feito com S1.
O valor das resistências R1 e R2 são escolhidas
para se obter uma corrente de cerca de 28 mA, o que é mais do que suficiente
para a maioria dos tiristores. A corrente de retenção é determinada por R3, e é
de 125 mA, que é mais do que suficiente para manter o tiristor em condução,
depois de ter sido
Uma vez que D1 é um LED vermelho, e D2 de um LED verde, o
teste é iniciado com S2, e o circuito é reiniciado com S4 após o teste ter sido
concluído. No caso de um triac, MT1/A1 está ligada à terra, o portão para S2 e
MT2/A2 para R3, no caso de um tiristor padrão, o ânodo está ligado a R3, o
cátodo para terra, o gate para S2.
Se, num caso raro o gatilho de corrente tem de ser
alterado, o que pode ser feito mudando o valor das resistências R1-R3, conforme
apropriado. O gatilho de corrente pode também ser feita variável pelo uso de
uma fonte de potência variável. Se isso for feito, certifique-se que a
dissipação dos resistores não seja ultrapassado.
Thyristor Tester
The circuit in
the diagram is a very handy tool for rapidly checking all kinds of thyristor
(SCR, triac, …). In case of a triac, all four quadrants are tested, which is
done with S3, while in case of a standard thyristor, a positive power supply
and trigger current need to be set, which is done with S1. The value of
resistors R1 and R2 is chosen to obtain a current of about 28 mA, which is more
than sufficient for most thyristors. The hold current is determined by R3, and
is 125 mA, which is more than adequate to keep the thyristor in conduction
after it has been triggered. Since D1 is a red, low-current LED, and D2 a
green, low-current LED, it can be seen in a wink in which quadrant the
thyristor conducts.
Bactérias úteis para eletrônica
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Tecnologia
Bactérias extraem cobre de placas de circuito impresso
As placas de circuito impresso de computadores e outros aparelhos eletrônicos contêm metais valiosos como ouro, prata, platina e paládio, além do cobre.
No Brasil, não existem indústrias especializadas na recuperação desses metais. Por isso, anualmente, toneladas do chamado lixo eletrônico são vendidas para empresas estrangeiras que, por dominarem a tecnologia, apresentam lucros bastante elevados.
"Dados sobre a composição das placas de circuito estimam que, em uma tonelada de placas de circuito impresso, o ouro corresponde a cerca de 0,01%, ou seja, 100 gramas", explica Luciana Harue Yamane, da Escola Politécnica da USP.
Luciana explica que, tradicionalmente, os metais são extraídos utilizando-se processos químicos e pirometalúrgicos.
A pesquisadora então se dispôs a desenvolver um método diferente para a extração dos metais, utilizando processos físicos, químicos e biológicos.
Num primeiro momento, as placas foram homogeneizadas e reduzidas de tamanho com o uso de um moinho de martelos que triturou o material até deixá-lo com cerca de 2 milímetros de tamanho.
No próximo passo, um separador magnético separou ferro e níquel, restando apenas o material não-magnético (onde o cobre e os metais preciosos ficaram concentrados).
Adaptação bacteriana
Luciana explica que a extração do ouro e da prata pode ser feita por um processo chamado cianetação. Entretanto, não pode haver cobre na mistura pois, se houver, em vez de atacar o ouro, o cianeto ataca o cobre da mistura.
Foi aí que a bióloga decidiu utilizar uma via alternativa: a biolixiviação, que é o uso de bactérias para extrair o cobre.
"Foi necessário um processo de adaptação bacteriana, que desenvolvemos durante meses, para aumentar a eficiência e reduzir a mortalidade das bactérias a esse resíduo inicialmente tóxico a elas. É este processo que está sendo patenteado", explica.
Os resultados mostraram que a bactéria A. ferrooxidans-LR, após o processo de adaptação, foi capaz de solubilizar os metais, em especial o cobre, que foi 98% lixiviado, por meio de um processo ambientalmente correto, deixando assim o ouro mais concentrado para a etapa de cianetação.
Pela biolixiviação, o cobre sai da mistura da forma sólida para a forma solúvel (Cu+2). O que sobra é um pó, formado por polímeros e os metais preciosos. Pelo método da cianetação esses metais podem, então, ser extraídos.
FONTE: Inovação Tecnológica
USB Wireless; Nova tecnologia
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Tecnologia
USB sem fios compartilha arquivos por proximidade
Toque e transfira
Esqueça os pendrives e não se preocupe em conectar seu tablet, celular ou notebook à rede.
Agora já é possível trocar dados entre esses equipamentos usando um aparelho que é tão pequeno que pode ser fixado sobre a unha do dedo.
Segundo os pesquisadores do Centro de Pesquisas Técnicas VTT, na Finlândia, o equipamento funciona como uma interface que permite a troca de arquivos de um aparelho para outro com apenas um toque - nos aparelhos que possuem tela sensível ao toque.
Batizado do InTouch, o dispositivo pode ser fixado na unha, em um anel ou pulseira, o que é necessário porque ele é acionado por proximidade com o aparelho de destino.
A seguir, é só tocar no ícone referente ao programa de controle do dispositivo para que seja possível a recepção, transmissão e compartilhamento de fotos, vídeos ou qualquer ou outro arquivo.
Comunicação de campo próximo
Segundo o instituto, as áreas de aplicação do InTouch vão muito além do mercado de consumo e entretenimento, podendo incluir aplicações em automóveis, na indústria, logística e saúde.
"Do ponto de vista do usuário final, a transferência de dados entre dispositivos hoje é feita com cartões de memória, conexões ponto-a-ponto de curto alcance (por exemplo, Bluetooth) ou pela nuvem (compartilhamento de serviços). Fundamentalmente, todos estes métodos são dependentes de dispositivos tradicionais e métodos de uso normalizados, por exemplo hierarquias de menus," diz a nota do instituto.
Já com o InTouch, a interface de usuário funciona por meio de telas sensíveis ao toque obedecendo ao padrão NFC (Near Field Communication), um protocolo criado originalmente para smartphones, que estabelecem uma comunicação via rádio pela mera aproximação de dois aparelhos.
Os pesquisadores comparam a tecnologia com um "USB sem fios".
No caso do novo dispositivo, basta aproximá-lo do smartphone, tablet ou computador que dê suporte ao padrão NFC e a conexão é feita automaticamente quando se toca no ícone de seu aplicativo.
Na água, cargas iguais também se atraem
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Tecnologia
Na água, cargas iguais também se atraem
Em algum momento na escola foi-lhe dito que cargas opostas se atraem e cargas iguais se repelem.
Isto é ensinado como sendo uma verdade científica universal.
Mas talvez ela não seja assim tão universal quanto se acreditava.
Orion Shih, químico dos Laboratórios Berkeley, nos Estados Unidos, demonstrou experimentalmente que, quando hidratados em água, íons carregados positivamente, também conhecidos como cátions, podem não apenas se atrair, mas efetivamente ligarem-se uns aos outros.
"Usando uma combinação de espectroscopia de raios X, microjatos líquidos e primeiros princípios teóricos, nós observamos e caracterizamos o contato entre cátions de guanidínio em solução aquosa," resume o professor Richard Saykally, que orientou o trabalho.
"Se cátions de guanidínio podem se emparelhar desta forma, então outros sistemas de cátions semelhantes provavelmente também podem," prevê ele.
Guanidínio
Guanidínio é um composto iônico de hidrogênio, nitrogênio e carbono, cujo sal - o cloreto de guanidina - é amplamente utilizado para desnaturar proteínas. Cátions como o guanidínio podem se emparelhar com ânions (íons carregados negativamente) em proteínas, fazendo com que elas se precipitem.
O chamado efeito Hofmeister - em homenagem ao cientista checo Franz Hofmeister, que o descobriu - classifica os íons por sua capacidade de "dessalinizar" proteínas.
Em 2006, Kim Collins, da Universidade de Maryland, propôs uma "Lei de Correspondência de Afinidades da Água" para ajudar a explicar o efeito de Hofmeister.
Shih queria ver a coisa na prática.
Cargas iguais se atraem
Usando uma tecnologia de microjatos líquidos, a equipe fez uma amostra fluir rapidamente através de microcanais escavados em sílica, até atingir um bocal com apenas alguns micrômetros de diâmetro.
O feixe de líquido resultante percorre alguns centímetros em uma câmara de vácuo cruzando um feixe de raios X, até se condensar e ser recolhido.
Ao analisar os dados, os químicos concluíram que o inesperado "contato por emparelhamento" cátion-cátion observado é gerado pela energia de ligação da água, como previsto pela teoria.
"Nós descobrimos que os íons guanidínio formam fortes ligações doadoras de hidrogênio no plano da molécula, mas ligações receptoras de hidrogênio fracas com os elétrons pi ortogonais ao plano.
"Quando flutuações colocam os íons solvatados próximos uns dos outros, a atração de van der Waals entre as nuvens de elétrons pi espremem as moléculas de água fracamente ligadas, que se movem pela solução e formam ligações de hidrogênio muito mais fortes com outras moléculas de água. Esta liberação das moléculas de água fracamente interativas resulta no contato entre os cátions guanidínio.
"Acreditamos que nossas observações podem estabelecer um precedente geral pelo qual a atração de cargas iguais se torne um novo paradigma para as soluções aquosas," concluiu Shih.
Coisas que você deve saber antes de voltar ao vinil
Objetivamente falando, o vinil não oferece o melhor som. Porém, carrega várias outras qualidades, peculiaridades estéticas e significativas que fazem dele muito mais do que uma plataforma de registro e reprodução musical.
O vinil suscita vários aspectos emotivos, táteis, físicos e psicológicos a respeito da música e do fetichismo que é possuir um objeto tão icônico quanto as canções que vêm em seus sulcos.
Ele possui um ritual, é necessário evocar sua atenção completamente e o ato de trocar os lados é um lembrete que não deixa você se distrair por muito tempo. Você vai ter de se voltar a ele, colocar suas mãos na bolacha, posicionar a agulha e aumentar o volume novamente, se quiser dar continuidade ao álbum.
Pra mim, a maior parte da diversão está em cair de cabeça na pira de colecionador e na paranoia da perfeição, na engenharia, nas minúcias do que é preciso se preocupar para chegar “lá”, naquele lugar sonoro embolorado, quentinho e nostálgico.
Aqui vai um guia com algumas coisas para se levar em consideração, antes de começar a comprar vinis de novo.
O que, afinal, é diferente?
O Eduardo Pinheiro já explicou isso no texto Som: entre a fidelidade e a nostalgia. Copio aqui algumas das partes mais relevantes pra nós.
Por exemplo, as pessoas que preferem o vinil louvam suas qualidades orgânicas e, em particular, como os graves são envolventes. Isto é totalmente verdade. No entanto, o som digital, como ele é registrado num CD, por exemplo, é efetivamente mais fiel (isso pode ser fisicamente medido).Os graves envolventes do vinil são resultado de distorções eletromecânicas: e aí que está, o tal grave envolvente é um “artefato” introduzido pelo modo de reprodução, ele não é fiel a música que é produzida normalmente (a não ser que ela seja produzida de forma a exatamente imitar esse artefato). Porém, o que ocorre é que os artefatos digitais existem e, embora sejam mais sutis, nós, ao longo do tempo (e também pela questão de hoje ser mais incomum) criamos uma relação emocional com os artefatos do vinil.Então o vinil tem um som diferente, menos fiel, com mais artefatos (além da distorção nos graves, os estalidos, e muitos outros tipos), mas que pode nos soar melhor por uma série de razões. E, de fato, podemos argumentar que certas músicas, particularmente as antigas, foram pensadas para serem ouvidas nesse meio – e que, portanto, existe uma “fidelidade” no sentido de ouvirmos como era ouvido no passado.
Qual toca-discos comprar?
Essa é uma questão que vai depender da relação entre investimento e qualidade.
Se você se preocupa apenas com a questão estética e quer convidar os amigos para tomar uma cerveja enquanto ouve um álbum do Led Zeppelin na mídia em que foi concebido, talvez não seja preciso gastar tanto.
Mas se você quer tornar evidentes as verdadeiras qualidades da plataforma, com os detalhes do espaço sonoro analógico, pode ser então que um investimento maior seja necessário. Mas, creio eu, esse segundo caso deve ser raríssimo e desnecessário na maioria das vezes.
A maior parte dos toca-discos de hoje são muito melhores que a média dos que circulavam no mercado na época. Tendo isso em vista, a dica que fica é: evite os aparelhos antigos. O principal ponto contra eles, na prática, é a alta fragilidade e dificílima manutenção, o que os torna caros.
Mas, claro, se você quer entrar de cabeça na pira de colecionador, vá fundo.
Outro ponto a favor de toca-discos mais recentes é que a maioria deles já vem com o item mais obscuro e difícil de compreender quando o assunto são sistemas de som: os pre-amps.
Inversor DC para AC com com o IC555
Este
circuito é mais um inversor DC para AC, ele usa um ic 555 como um oscilador de
baixa freqüência, ajustável, o ajuste pode ser feito pelo potenciômetro R4 e a
frequência deve estar entre 50 a 60 Hertz. Os pulsos do IC 555 vão para Q1 e Q2
que são amplificados e enviados ao transformador T1, que tem seu enrolamento
invertido. O capacitor C4 e a bobina L1 são filtros da entrada para T1, isso
assegura que efetivamente uma onda senoidal seja formada.
lista de
componentes
R1 = 10K
R2 = 100K
R3 = 100 ohms
R4 = 50K potmeter
C1, C2 = 0.1μF
C3 = 0.01μF
C4 = 2700μF
Q1 = TIP41A, NTE196, ECG196
Q2 = TIP42A, NTE197, ECG197
L1 = 1μH
T1 = Transformador
R2 = 100K
R3 = 100 ohms
R4 = 50K potmeter
C1, C2 = 0.1μF
C3 = 0.01μF
C4 = 2700μF
Q1 = TIP41A, NTE196, ECG196
Q2 = TIP42A, NTE197, ECG197
L1 = 1μH
T1 = Transformador
técnica para transformar luz em eletricidade
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Eletricidade,
Tecnologia
Descoberta nova técnica para transformar luz em eletricidade
Um novo mecanismo para a extração de energia a partir da luz poderá tornar as tecnologias de energia solar mais flexíveis e permitir a construção de dispositivos optoeletrônicos mais eficientes para telecomunicações.
| "Você pode imaginar a tinta do seu laptop funcionando como uma célula solar para alimentá-lo usando apenas a luz." [Imagem: Bonnell Lab] |
David Conklin e seus colegas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, trabalham com nanoestruturas plasmônicas - materiais fabricados a partir de nanopartículas metálicas - e moléculas orgânicas sensíveis à luz, chamadas porfirinas, muito usadas nas pesquisas de fotossíntese artificial.
Em 2010, a equipe conseguiu fabricar uma nanoestrutura plasmônica que gera e distribui uma corrente elétrica através de um encadeamento molecular.
Em 2010, a equipe conseguiu fabricar uma nanoestrutura plasmônica que gera e distribui uma corrente elétrica através de um encadeamento molecular.
Tinta que gera energia
Agora, o grupo provou que a conversão das radiações ópticas - a luz - em uma corrente elétrica deveu-se aos chamados "elétrons quentes", produzidos pelos plásmons de superfície, e não à própria molécula porfirina.
"Em nossas medições, em comparação com a fotoexcitação convencional, observamos aumentos de três a 10 vezes na eficiência do nosso processo," disse a professora Dawn Bonnell, orientadora do estudo. "E nós nem sequer otimizamos o sistema. Em princípio, você pode imaginar um enorme aumento na eficiência."
A grande vantagem dessa técnica é que o processo de "coleta" dos elétrons quentes induzidos pelos plásmons de superfície pode ser configurado para diferentes aplicações simplesmente alterando o tamanho e o espaçamento das nanopartículas.
Com isso, altera-se o comprimento de onda da luz a que os plásmons respondem.
"Você pode imaginar a tinta do seu laptop funcionando como uma célula solar para alimentá-lo usando apenas a luz," disse Bonnell. "Esses materiais também poderão otimizar os dispositivos de comunicação, tornando-se parte de circuitos moleculares eficientes."
Células solares plasmônicas
Plásmons de superfície são oscilações coletivas de elétrons induzidos pela incidência da luz sobre uma superfície metálica.
O fenômeno é tão interessante que já resultou na criação de uma nova área de pesquisas, chamada plasmônica.
O que os pesquisadores fizeram agora foi demonstrar que essas oscilações conjuntas de elétrons liberam de fato elétrons - os tais elétrons quentes -, formando uma corrente elétrica que se move em um padrão que é determinado pelo tamanho e pela disposição das nanopartículas metálicas.
"Estamos entusiasmados por termos encontrado um processo que é muito mais eficiente do que a fotocondução convencional", concluiu Bonnell.
Philips exibe evolução de TVs desde 1950 em estende na IFA
Fco Mendes 07/09/2013
O estande da Philips na IFA 2013 mostra como as TVs evoluíram nos últimos 63 anos, em uma galeria com muitos velhos conhecidos. A mostra, situada em prateleira acima das novas linhas de TVs da fabricante, começa com a TX400, primeiro televisor preto e branco, de 1950.
A exposição também inclui o primeiro modelo colorido da Philips, o 21KX100, de 1963. Além das cores, aparecem as tecnologias de teletexto, tela plana de tubo e tela de LED, por exemplo.
Confira os modelos e fotos da história da TV no ZTOP.
| Samsung LCD |
If you have any questions or comments relating to Samsung products, please contact the SAMSUNG customer care center.
Contate a SAMSUNG EM TODO O MUNDO
Caso tenha dúvidas ou comentários sobre os produtos da Samsung, entre em contato com o centro de atendimento ao cliente da
SAMSUNG.
Country Customer Care Center Web Site
ARGENTINE 0800-333-3733 www.samsung.com
BRAZIL 0800-124-421
4004-0000 www.samsung.com
CHILE 800-SAMSUNG(726-7864) www.samsung.com
COLOMBIA 01-8000112112 www.samsung.com
COSTA RICA 0-800-507-7267 www.samsung.com
ECUADOR 1-800-10-7267 www.samsung.com
EL SALVADOR 800-6225 www.samsung.com
GUATEMALA 1-800-299-0013 www.samsung.com
HONDURAS 800-7919267 www.samsung.com
JAMAICA 1-800-234-7267 www.samsung.com
MEXICO 01-800-SAMSUNG(726-7864) www.samsung.com
NICARAGUA 00-1800-5077267 www.samsung.com
PANAMA 800-7267 www.samsung.com
PUERTO RICO 1-800-682-3180 www.samsung.com
REP. DOMINICA 1-800-751-2676 www.samsung.com
TRINIDAD & TOBAGO 1-800-SAMSUNG(726-7864) www.samsung.com
VENEZUELA 0-800-100-5303 www.samsung.com
Circuito de headphone estereo
Pequeno e portátil
Em primeiro lugar, eu gostaria de salientar que o uso pretendido deste circuito é apenas uma das muitas aplicações possíveis. Além do uso como um amplificador óbvio auscultadores, o circuito pode ser usado para uma variedade de aplicações onde é necessária uma ampla largura de banda baixa do amplificador de potência. O circuito é baseado num OP, com a sua corrente de saída impulsionado por um par de transistores.
Os diodos de polarização deve ser 1N914 ou similar - diodos de potência não são recomendados, pois sua tensão para a frente é muito baixa. Isto pode resultar em distorção em torno da região do cruzamento, em que um transistor é desligado e outro no. Crédito para este circuito vai para SiliconChip.
| Layout do Circuito |
Luz Acinada
por Som
Este
é um circuito de um detector de som, ou acionador de luz por som, ele é
simples, um microfone capta o som, é amplificado e aciona o TIC206 que acende a
luz, mas pode ser um relé ou qualquer outro dispositivo. Outro uso para esse
circuito é o de luz rítmica, adaptações como a
retirada do microfone e adicionar outra fonte de áudio pode ser testada.
retirada do microfone e adicionar outra fonte de áudio pode ser testada.
Amplificador Valvulado
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Amplificadores,
Diagrama
Amplificadores antigos a válvula, sempre mostraram boa qualidade de som e hoje em dia eles estão de volta mostrando boa qualidade e desempenho, há uma única desvantagem, para os tempos atuais, em relação ao consumo, torna-se um pouco antieconômico mas, compensa em qualidades e até contra a danos, pois é bem resistente
Algo de novo surgirá sobre a eletricidade
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Posted by Unknown
Tag :
Eletricidade
Há algo além de elétrons na condução da eletricidade?
Redação do Site Inovação Tecnológica
A corrente elétrica tem sido explicada como um fluxo de elétrons correndo através de um material.
Mas parece que esta pode não ser a história toda, pelo menos quando se chega ao limite da condutividade.
"A história da condução elétrica nos metais é contada inteiramente em termos de elétrons. Os supercondutores mostram que há algo completamente novo a ser compreendido, além daquilo que os elétrons estão fazendo," afirma o Dr. Philip Phillips, da Universidade de Illinois.





